Dia mundial da psoríase é celebrado com nova opção de tratamento

Andrea Jesus

Dia 29 de outubro é comemorado o Dia Mundial da Psoríase.
A doença atinge aproximadamente cinco milhões de brasileiros. Em escala global, esse número cresce para 125 milhões de pessoas. Entre os brasileiros, 96% afirmam já ter passado por situações de constrangimento, segundo pesquisa encomendada pela Novart. As formas de tratamento são, em sua maioria, agressivas e podem causar outros problemas.
A Newderm chega ao mercado pelas mãos da Profitus, ela é indicada para os casos de psoríase. É livre de parabenos, corticóides e outros conservantes artificiais. Reduz a vermelhidão, ardor, prurido e a descamação provenientes do ressecamento da pele, portanto configura-se como uma opção natural para o controle dos sintomas da psoríase.

A doença inflamatória da pele é crônica, autoimune e não contagiosa. A maioria dos portadores da psoríase tem de 20 a 40 anos, mas ela se manifesta também em outras fases na vida, como na infância (15%), segundo dados de um levantamento feito pela União das Associações de Portadores de Psoríase no Brasil (Psoríase Brasil) em 2015.

As lesões avermelhadas e a descamação da pele, típicos sintomas, podem aparecer em toda pele. Porém, as áreas de maior incidência são couro cabeludo, cotovelo e joelhos. Após a aparição dos primeiros sintomas, estima-se que o diagnóstico demore ainda de 4 a 12 meses para ser confirmado.
Nos casos mais moderados, o paciente provavelmente sentirá apenas um leve desconforto nas áreas lesionadas, como coceira. Já nos casos mais graves, a doença pode ser dolorosa, causando forte queimação, e impactar na qualidade de vida. De acordo com o levantamento feito pelo grupo Psoríase Brasil (2015), 81% dos portadores de psoríase declararam ter a vaidade e a autoestima afetadas pela doença  73% se sentem envergonhados com os sintomas.

A falta de informação sobre a psoríase colabora para que esta realidade continue existindo. Foi apenas no dia 23 de maio de 2014 que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a psoríase “como uma doença crônica grave, incapacitante, não transmissível, dolorosa, desfigurante e para qual ainda não existe cura”, o que comprova que essa ainda é uma luta recente em todo o mundo. 
Outra pesquisa que trouxe ao conhecimento do público dados alarmantes foi encomendada pela farmacêutica Novart. Realizada com 8.338 pessoas, em 31 países, com o envolvimento de 25 associações de pacientes, no Brasil contou com a amostragem de 426 pacientes, sendo 60% mulheres e 40% homens.  96% dos pesquisados afirmaram já ter passado por uma situação de constrangimento e 62% afirmaram que já foram questionados se a doença é contagiosa. Além disso, 41% têm autoestima baixa e 38% se sentem deprimidos por conta da psoríase. Entre os brasileiros, 79% disseram que não frequentam praia nem piscina, já que não se sentem confortáveis com roupa de banho devido à doença. De acordo com os dados globais, as mulheres são as mais afetadas por sentimentos como vergonha, baixa autoestima e falta de confiança. 
A servidora pública, Luciana Teixeira, descobriu que tinha psoríase palmoplantarem janeiro de 2016 e seus dedos descamavam muito. No dia a dia dela, todos esses números das pesquisas se tornaram realidade. “Quando meus dedos estavam naquela situação, eu sentia vergonha. Tinha medo das pessoas sentirem nojo, e às vezes até eu mesma sentia, quando ia comer alguma coisa, por exemplo. Quando as pessoas viam isso era motivo de questionamentos. Muito constrangedor, é realmente muito difícil pra gente.” 
As formas de tratamento da psoríase são variadas, mas todas têm objetivos em comum: reduzir a inflamação e diminuir a velocidade de reprodução das células da pele e regularizar a aparência da pele. 
Para isso, existem três opções de tratamento mais comuns: tópico (cremes e pomadas), sistêmico e por fototerapia. A escolha de qual caminho seguir dependerá do tipo de psoríase desenvolvida e do histórico do paciente - o médico poderá precisar qual o melhor tratamento após a consulta.

A maioria dos cremes e pomadas de uso prolongado tem corticóides tópicos que pode causar afinamento e atrofia da pele, alterar a imunidade da mesma e ainda causar glaucoma quando o uso prolongado do mesmo ocorrer na face ao redor dos olhos. Além disso, pode desencadear várias outras complicações, como aumento da pressão arterial e a glicose no sangue, redução da massa muscular, alteração do colesterol, diminuição do crescimento em crianças, insônia, depressão, aumento de peso, enfraquecimento da imunidade, entre outros.
 “O dermatologista me passou pomadas a base de cortisona, mas nada fazia efeito para mim. Eu conhecia uma colaboradora da Profitus e ela me desafiou a usar a Newderm por 10 dias, pelo menos. Em sete dias as feridas já estavam cicatrizadas. Foi uma maravilha”, conta Teixeira.
"O diferencial é que a pomada é feita com extratos naturais. Não são fármacos, mas sim fitocosméticos. Tecnicamente são chamados de cosmecêuticos e representam uma linha tênue entre fármacos e cosméticos. São produtos que não são somente estéticos já que possuem a capacidade de alterar as características da pele, não sendo, entretanto considerados medicamentos. Por serem produtos com princípios ativos de origem natural, não apresentam qualquer contraindicação no uso em lesões dermatológicas", afirma o professor Paulo César Stringheta, uns dos criadores da pomada.

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